Quem não lê, com Luís Corte Real

“Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê.” Frase de Monteiro Lobato é o título desta entrevista. O primeiro convidado é Luís Corte Real, fundador da editora Saída de Emergência em 2003.Hoje o Luís, editor de sucesso é autor e está em pleno lançamento do seu primeiro livro, “O Deus das Moscas Tem Fome”.EsteContinue a ler “Quem não lê, com Luís Corte Real”

Excerto de “O Deus das Moscas tem Fome” de Luís Corte Real no Público

Excerto de O Deus das Moscas Tem Fome, de Luís Corte Real Luís Corte Real fundou a editora Saída de Emergência em 2003. Desde então criou a Coleção Bang! e a Revista Bang!, publicação semestral e gratuita dedicada à fantasia, FC e horror. Nesta sua primeira obra, apresenta-nos Benjamim Tormenta:“o famoso detective do oculto que se moveContinue a ler “Excerto de “O Deus das Moscas tem Fome” de Luís Corte Real no Público”

O Deus das Moscas tem Fome

Quem é Benjamim Tormenta, o famoso detetive do oculto que se move na Lisboa do século XIX? Figura elegante e misteriosa, tanto é avistada nos salões luxuosos da capital como nas ruelas decadentes de Alfama, em palacetes abandonados em Sintra ou casas de ópio de Macau. Cruzando-se com figuras como o rei D. Luís, FontesContinue a ler “O Deus das Moscas tem Fome”

Opinião de Luís Filipe Silva

“Estamos perante um fenómeno único na História, não só da literatura fantástica nacional como da própria literatura portuguesa: temos finalmente o nosso detetive do oculto! Um personagem contemporâneo das invenções de Le Fanu, Blackwood, e do próprio Conan Doyle, na sua vertente mística. Habitante de finais do século XIX, numa época em que o mundoContinue a ler “Opinião de Luís Filipe Silva”

Opinião de Adelino Cunha

“Alguns autores escrevem como se escrevessem só para nós, mas quantos têm Eça de Queirós como narrador de cabeceira? É nessa atmosfera queiroziana da Lisboa do século XIX que o leitor mergulha com estas páginas de mistério, oculto e fantástico. São páginas que Luís Corte Real parece ter escrito para cada um de nós. TalvezContinue a ler “Opinião de Adelino Cunha”